Com ajuda de exercícios físicos aeróbicos (caminhada e/ou corrida), um grupo de 11 mulheres que passaram por cirurgia de redução do estômago (gastroplastia) conseguiu perder entre 8,2 e 15 quilos (kg) em três meses. O estudo da Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo (EEFE-USP) acompanhou os efeitos dos exercícios em mulheres obesas que se submeteram à cirurgia um ano e meio antes dos testes. Após 12 semanas de treinamento, quatro mulheres apresentaram a classificação de Índice de Massa Corporal (IMC) normal.
O IMC é uma medida internacional usada para calcular se uma pessoa está no peso ideal. O peso corporal (em quilogramas) é dividido pela altura (em metros e ao quadrado). Em ambos os sexos, os valores de IMC para o sobrepeso encontram-se entre 25-29,9 quilos por metro quadrado (kg/m2) e, para a obesidade, acima de 30,0kg/m2, podendo ser divididos três grupos (grau I – 30 a 34,9 kg/m2; grau II – 35 a 39,9 kg/m2; e grau III – acima de 40 kg/m2).
Antes dos testes da pesquisa e 18 meses depois da cirurgia, três mulheres estavam com obesidade severa, três se apresentavam com obesidade de grau I (menos arriscada) e cinco na classificação de sobrepeso.
“Quando observamos as pesquisas relacionadas à obesidade, constatamos que após dois ou três anos de cirurgia alguns obesos ainda apresentam a classificação de IMC em obesidade. Poucos entram na classificação de sobrepeso e/ou eutrofia (normal)”, comenta a Profissional de Educação Física Marcela Grisólia Grisoste (CREF 001238-G/MS), autora da pesquisa, destacando o resultado alcançado.
O IMC é uma medida internacional usada para calcular se uma pessoa está no peso ideal. O peso corporal (em quilogramas) é dividido pela altura (em metros e ao quadrado). Em ambos os sexos, os valores de IMC para o sobrepeso encontram-se entre 25-29,9 quilos por metro quadrado (kg/m2) e, para a obesidade, acima de 30,0kg/m2, podendo ser divididos três grupos (grau I – 30 a 34,9 kg/m2; grau II – 35 a 39,9 kg/m2; e grau III – acima de 40 kg/m2).
Antes dos testes da pesquisa e 18 meses depois da cirurgia, três mulheres estavam com obesidade severa, três se apresentavam com obesidade de grau I (menos arriscada) e cinco na classificação de sobrepeso.
“Quando observamos as pesquisas relacionadas à obesidade, constatamos que após dois ou três anos de cirurgia alguns obesos ainda apresentam a classificação de IMC em obesidade. Poucos entram na classificação de sobrepeso e/ou eutrofia (normal)”, comenta a Profissional de Educação Física Marcela Grisólia Grisoste (CREF 001238-G/MS), autora da pesquisa, destacando o resultado alcançado.
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